Bolsa Família sobe para mínimo de R$ 691 em outubro; média estimada chega a R$ 777 e pagamento começa dia 19

  • As famílias atendidas pelo Bolsa Família passam a contar com valor mínimo de R$ 691 na folha de outubro de 2026.
  • O reajuste de 15,04% também eleva a média estimada do programa para R$ 777.
  • Os depósitos começam em 19 de outubro, seguindo o último dígito do Número de Identificação Social (NIS).

A mudança foi definida pelo Decreto nº 13.120/2026 e atualiza assim, os componentes do benefício pela inflação acumulada.

O novo piso é uma garantia para as famílias beneficiárias, não significa que todas receberão exatamente R$ 691: os adicionais dependem da composição familiar.

Calendário do Bolsa Família de outubro começa pelo NIS 1

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social mantém dez datas de pagamento em outubro.

O primeiro grupo recebe no dia 19, e os repasses avançam nos dias úteis até 30 de outubro.

Para saber o dia correto, a família deve consultar o último número do NIS, sem considerar o dígito separado após o traço.

Final do NIS Pagamento em outubro
1 19/10
2 20/10
3 21/10
4 22/10
5 23/10
6 26/10
7 27/10
8 28/10
9 29/10
0 30/10

Os valores ficam disponíveis conforme a data individual do calendário. Por isso, o início em 19 de outubro não representa liberação simultânea a todos os inscritos.

Valores por integrante mudam junto com o piso

Além do mínimo, o reajuste atinge parcelas que compõem o cálculo final.

Uma pessoa segurando o cartão do benefício depois de ver que o Bolsa Família faz pagamento a beneficiários em abril

Imagem: Reprodução

A família pode receber um total acima do piso se tiver crianças, gestantes ou outros integrantes contemplados pelos adicionais previstos na regra do programa.

O cálculo considera a quantidade de pessoas e as características registradas no Cadastro Único.

Três mudanças ajudam a explicar por que o depósito pode variar de uma residência para outra:

  • Renda de Cidadania: passa de R$ 142 para R$ 164 por integrante da família.
  • Primeira Infância: sobe de R$ 150 para R$ 173 por criança com menos de sete anos.
  • Variável Familiar: aumenta de R$ 50 para R$ 58 para os integrantes elegíveis, como gestantes, nutrizes e pessoas de sete a menos de 18 anos.

Se a soma das parcelas ficar abaixo de R$ 691, o Benefício Complementar cobre a diferença.

Já a média de R$ 777 é uma estimativa para o conjunto de famílias, e não um novo pagamento fixo ou garantido individualmente.

Como conferir o depósito sem confundir valor médio e valor individual

Quem já recebe deve conferir as informações cadastrais e o extrato do benefício pelos canais oficiais do programa.

O calendário indica quando a parcela fica disponível; o extrato revela o valor efetivo calculado para aquela família.

É importante manter o Cadastro Único atualizado quando houver alterações de endereço, renda ou integrantes.

O reajuste anunciado não elimina as regras de elegibilidade nem cria ingresso automático para quem está fora do programa.

A referência para organizar as contas de outubro é, portanto, a data vinculada ao NIS e o valor exibido na consulta individual.

Para os primeiros beneficiários, essa verificação ganha importância a partir de 19 de outubro.

Moysés Batista
Escrito por

Moysés Batista

Moysés é Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Atuando como Redator Web nos últimos quatro anos, entregou mais de 10 mil artigos em SEO. Hoje, escreve diariamente para o Brasileiro Trabalhador. Além de artigos otimizados, escreveu livros como Ghost Writer, trabalhos acadêmicos, cursos, roteiros para canais do YouTube, entre outros tipos de textos, colaborando com dezenas de clientes dentro e fora do Brasil.