MEI pode se aposentar acima do mínimo? Veja como o histórico afeta o valor
O microempreendedor individual que contribui apenas pela alíquota reduzida de 5% sobre o salário mínimo geralmente tem essa base de recolhimento considerada em sua proteção previdenciária.
Para quem pretende uma aposentadoria maior, é necessário examinar o histórico de contribuições e as regras de cálculo do INSS.
O que o DAS do MEI garante?
O pagamento regular do DAS inclui contribuição previdenciária e pode assegurar acesso a benefícios, desde que os demais requisitos sejam atendidos.
A alíquota reduzida, entretanto, não equivale a contribuir mensalmente sobre uma renda de R$ 3 mil.
Como funciona a complementação de 15%?

MEI oferece benefícios importantes (Imagem: Reprodução)
O MEI pode complementar a contribuição reduzida com mais 15% sobre o salário mínimo, totalizando 20% sobre essa mesma base.
A complementação pode ser relevante para determinadas regras previdenciárias, mas não transforma automaticamente a base de cálculo em R$ 3 mil.
É importante distinguir complementar a alíquota de recolher sobre uma base de contribuição maior.
As possibilidades de contribuição em outras categorias dependem da atividade exercida e das regras aplicáveis.
Quem já trabalhou com carteira assinada pode receber mais?
Sim, períodos anteriores com salários de contribuição superiores ao mínimo podem influenciar o valor final, conforme o histórico e a regra de aposentadoria aplicável.
O cálculo considera contribuições ao longo do tempo, e não apenas o valor pago nos últimos meses.
Por outro lado, anos de recolhimentos baixos podem reduzir a média.
Não existe garantia de aposentadoria de R$ 3 mil apenas por pagar uma guia complementar.
MEI: como planejar sem criar expectativas erradas?
Consulte o CNIS no Meu INSS e confira todos os vínculos e contribuições.
Use a simulação de aposentadoria como referência, lembrando que o resultado não representa concessão antecipada do benefício.
Se houver períodos como empregado, autônomo e MEI, uma análise individual pode ajudar a identificar lacunas e opções legais de recolhimento.
Evite pagar guias extras sem confirmar a finalidade e o código correto.



Sou jornalista formado pela UNIFG, tenho 26 anos e combino a vivência da grande redação com a dinâmica da comunicação digital. Minha trajetória inclui uma sólida experiência – com mais de 6 anos - como redator, onde atuei em diversas editorias, como Esportes, Entretenimento e Cidades.


